O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou durante entrevista coletiva nesta terça-feira (9) que, se os três Poderes aceitarem cortar os próprios salários para garantir as parcelas de R$ 600 reais da prorrogação do auxílio emergencial aos brasileiros, o debate será feito e apoiado pelo Parlamento.

“Se o debate for esse, não há problema que todos participem. Se todos os Poderes toparem o corte para garantir os R$ 600, o Parlamento vai participar e defender”, declarou Maia.

A resposta do presidente da Câmara vem após a fala do presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada, nesta terça. “Eu pago até R$ 1 mil por mês, não tem problema nenhum”, disse o presidente.

“O salário dos parlamentares em relação aos custos tem uma diferença um pouco grande. Vai ficar distante para cobrir, mas se todos os três Poderes estiverem de acordo para cortar salários por alguns meses, para garantir os R$ 600, o Parlamento está disposto a sentar na mesa e conversar”, afirmou Maia.

Ainda nesta terça, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o governo deve prorrogar o auxílio emergencial por mais dois meses – o valor das parcelas, no entanto, não foi detalhado.

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