Apesar de necessária para o momento de pandemia, a doação de sangue tem caído nos últimos meses por causa do isolamento social. Por isso, em junho, médicos e especialistas querem aproveitar o mês em que se comemora o Dia Mundial do Doador de Sangue, para recuperar os bancos.

Segundo a líder de captação do Banco de Sangue de São Paulo, os estoques da instituição estão operando com menos de 50% da capacidade ideal. Bibiana Alves explica que, além da menor quantidade de pessoas doando sangue desde o início da quarentena, o número de transfusões está cada vez maior.

De acordo com ela, o Banco de Sangue de São Paulo, assim como outras instituições, estão preparados para receber doadores com segurança durante a pandemia.

Além do uso obrigatório de máscaras e o álcool em gel espalhado pelos ambientes, as cadeiras disponibilizadas também estão mais espaçadas, respeitando o distanciamento. É possível, ainda, agendar horários para fazer a doação, evitando ainda mais qualquer tipo de aglomeração.

A hematologista da Fundação Pró-Sangue, Renata Barros, destaca que pessoas entre 16 e 69 anos, com boas condições de saúde e mais de 50 quilos, podem doar. É necessário, no entanto, que o doador não tenha tido contato com a Covid-19 recentemente.

Para agendar uma doação, basta acessar os sites: prosangue.sp.gov.br ou doesanguedoevida.com.br.

*Com informações da repórter Beatriz Manfredini

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