Este domingo (7) foi marcado, mais uma vez, por manifestações, em diferentes capitais, contrárias e favoráveis ao governo do presidente Jair Bolsonaro. As cidades que registraram os maiores protestos foram Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em Brasília, os atos foram iniciados pela manhã na região da Esplanada dos Ministérios. Agentes da segurança pública montaram um cordão de isolamento para separar os apoiadores do presidente dos críticos ao governo.

Na manifestação do grupo pró-governo, pessoas vestidas nas cores verde e amarelo carregavam bandeiras do Brasil e emblemas da monarquia. Alguns levavam faixas com pedidos de “intervenção cívico-militar”. Já os manifestantes contrários levaram cartazes “em defesa da democracia”, “contra o fascismo” e com frases como “Vidas Negras Importam”, contra o racismo e a violência policial.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, esteve no local para agradecer os policiais “pelo trabalho em prol de manifestações pacificas”.

Em São Paulo, aqueles que defendem o governo se reuniram na Avenida Paulista, enquanto os que o criticam estiveram no Largo da Batata.

No início da noite, um tumulto foi registrado na região, após os manifestantes saírem do Largo em direção à Avenida Paulista. Para dispersar os presentes, a polícia disparou bombas de efeito moral. Os manifestantes revidaram com pedras.

Grande parte dos apoiadores do governo ouviu os pedidos do presidente e evitou ir às ruas, o que fez com que o número de participantes fosse consideravelmente menor que o registrado nas manifestações anteriores.

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