A utilização do etanol no Brasil, desde a adoção da tecnologia flex nos veículos, de março de 2003 até maio de 2020, evitou a emissão de 515 milhões de toneladas de CO2. O levantamento da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) tem base nos dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

É um volume compatível às emissões anuais da Argentina, Venezuela, Chile, Colômbia, Uruguai e Paraguai. O diretor executivo da Unica, Eduardo Leão de Sousa, ressalta o potencial do biocombustível brasileiro.

A exemplo do Brasil diversos países do mundo misturam o etanol na gasolina para redução das emissões de CO2. A poluição do ar afeta diretamente a saúde pública em grandes centros urbanos e fragiliza a imunidade da população, justamente em plena pandemia da Covid-19.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos

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