A pandemia fez um estrago na atividade industrial brasileira, com desaceleração recorde de 19% em abril. E o retorno gradual ocorre com o novo normal, cheio de limitações de segurança que vão interferir nos custos e uma produtividade mais baixa. O advogado da área de Infraestrutura e Construção Civil, Marcelo Marchetti, avalia que os prazos serão rediscutidos.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, lembra que o setor automotivo foi um dos mais atingidos, com fechamento de fábricas, concessionárias e uma combinação explosiva.

O aumento dos custos foi geral, mas minimizado pelos segmentos com bom desempenho na crise, como o Agronegócio, explica o diretor-executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin.

O coronavírus derrubou a produtividade, com redução de 2,8% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2019, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria. É o segundo pior resultado do indicador, desde o recuo de 3,3% no segundo trimestre de 2018, impactado pela greve dos caminhoneiros.

*Com informações do repórter Marcelo Mattos

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