A cidade do Rio de Janeiro registrou neste domingo (7) manifestações favoráveis e contra o governo do presidente Jair Bolsonaro. Pela manhã, apoiadores se reuniram na orla de Copacabana.

O grupo, que usava roupas nas cores verde e amarela, portava bandeiras do Brasil. A Polícia Militar acompanhou o ato pacífico, que terminou sem registros de tumulto.

À tarde, manifestantes contra o racismo se juntaram com opositores de Bolsonaro e saíram em passeata até a Candelária. Por volta das 16h, o grupo se dispersou de forma pacífica.

Momentos antes do fim do protesto, no entanto, a polícia registrou um ataque a pedras contra agentes e viaturas na Avenida Presidente Vargas.

Mais cedo, a Polícia Militar deteve um grupo de cerca de 15 manifestantes próximo ao local onde se iniciaria a passeata contra o racismo, mas organizadores do ato informaram que eles não eram ligados ao movimento. No total, a PM informou que deteu, até às 13h38, 40 pessoas.

O ato foi definido como “uma resposta à ação genocida do Estado, nas periferias do Brasil e do mundo contra a população negra”.

Vítimas mortas por policiais foram lembrados pelos manifestantes: Ágatha Félix, no ano passado; João Pedro, morto este ano; Marcos Vinícius, em 2018; e Maria Eduarda, em 2019, além de lembrar o assassinato até hoje sem esclarecimento da vereadora Marielle Franco, há dois anos.

“Estamos há muito tempo resistindo contra o aumento do nazifacismo e contra a contínua violência policial que ocorre nesse país. A luta antirracista é uma luta de todos”, explicava a chamada para o ato.

*Com Estadão Conteúdo

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