Com mais de 90% da frota de aeronaves no chão, os prejuízos para as companhias aéreas em todo mundo, devido a pandemia do coronavírus, são incalculáveis. Entretanto, paulatinamente os voos terão que ser retomados mesmo que leve algum tempo.

As empresas e os aeroportos vem tomando algumas medidas, como distanciamento, medição de temperatura dos viajantes, check-in evitando manuseio de documentos, entre outras ações.

A advogada especialista em direito aeronáutico e segurança de vôo, Priscila Dower Mendizabal destaca que apesar do receio dos clientes, e é normal devido ao período que atravessamos, haverá proteção adequada para que as viagens ocorram com a maior confiabilidade possível.

Um outro fator que se observa em meio a pandemia é que embora a movimentação nos aeroportos seja quase nula, algumas pessoas receosas, e que precisam viajar sem poder adiar as datas, tem buscado alternativas como a aviação executiva.

Apesar dos valores mais salgados, o contato é bem menor e não há aglomerações de forma alguma. O presidente da Associação Brasileira de Empresas de Táxi Aéreo, Jorge Bitar Neto indica que as cargas também registram aumento.

A Organização da Aviação Civil Internacional fez uma carta aberta aos governos, para que a conectividade aérea seja restabelecida. No documento, a Icao enfatiza a necessidade das medidas para identificar todas as oportunidades em que as restrições de viagem possam ser aliviadas, assim que as situações epidemiológicas dos países permitirem.

*Com informações do repórter Daniel Lian

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