O dólar fechou a segunda-feira (8) em queda de 2,73%, cotado em R$ 4,8544, menor valor desde 13 de março. Este foi o terceiro dia seguido de queda da moeda, que já acumula desvalorização de 19% desde que atingiu a máxima histórica intradia, R$ 5,97, há pouco menos de um mês, em 14 de maio. Só em junho, o dólar já caiu 9%.

A valorização do real continua sendo puxada pelo cenário externo favorável, com a visão de que a recuperação da economia será mais rápida nos Estados Unidos e regiões da Europa, e uma melhora do ambiente político doméstico.

Em meio à liquidez em excesso nos países desenvolvidos, a avaliação mais otimista dos investidores sobre a retomada da economia estimula a busca por ativos de risco e a desmontagem de posições contra o real no mercado futuro.

Prosseguem os relatos de entrada de capital externo no Brasil, para aplicações em Bolsa, que na tarde de hoje superou os 97 mil pontos, engatando a sétima alta consecutiva. Na mínima do dia, o dólar caiu a R$ 4,84.

Nesse ambiente de busca por retorno, os ativos da América Latina, especialmente os do Brasil e México, que haviam piorado mais que outras regiões, agora se recuperam.

*Com Estadão Conteúdo

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