A morte do empresário foi confirmada no boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde desta terça-feira (9). Ele sofria de pneumopatia. José Vasconcelos
Prefeitura de Colíder
O empresário de rodeio José Vasconcelos (66) morreu no último domingo (7), em Cuiabá, vítima da Covid-19. Ele morava em Colíder, a 648 km de Cuiabá. A morte do empresário foi confirmada no boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde desta terça-feira (9). Ele sofria de pneumopatia.
Confira as últimas notícias sobre coronavírus em MT
Já são dois casos de morte de moradores de Colíder provocados pela Covid-19. Na madrugada de sábado (6), faleceu o motorista de caminhão Juarez Aguiar.
A prefeitura emitiu nota lamentando a morte do empresário e do motorista. “A gente lamenta profundamente o falecimento do nosso amigo Zé Vasconcelos. Era uma pessoa que gostava de Colíder. Assim como o Juarez, ele estava internado na capital e não resistiu. Deixo aqui, com pesar, as minhas condolências à família e aos amigos”, diz o prefeito Noboru Tomiyoshi.
José Vasconcelos era proprietário de uma empresa de rodeios e, desde os anos 1990, se destacava nos eventos do setor em Mato Grosso. Morador de Colíder há 24 anos, o empresário foi contaminado no Pará, de onde foi transferido ao Hospital Regional no dia 24 de maio. Devido ao agravo do quadro respiratório, foi transferido para Cuiabá no dia 30 de maio a pedido da família.
O prefeito ressalta que o falecimento de José Vasconcelos e Juarez Aguiar mostra que é necessário reforçar os cuidados para evitar a contaminação pela Covid-19.
Noboru alerta que, se não houver colaboração por parte da população e, principalmente, dos empresários da alimentação, deverão ser adotadas medidas mais rigorosas para garantir distanciamento social e conter o avanço da pandemia em Colíder. O prefeito relata que percebeu nesta madrugada uma movimentação muito grande nas ruas da cidade.
“A gente vai ter que endurecer com o toque de recolher e, também, medidas mais duras, principalmente, em relação aos bares e restaurantes. O atendimento é até às 22 horas e tem gente que está desrespeitando. A gente vai endurecer as medidas para proteger a população consciente e as pessoas do grupo de risco”, argumenta Noboru.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui