Pequenas cidades estão se beneficiando do apoio de municípios com mais estrutura para conseguir assistência ao combate ao coronavírus. As ações em andamento vem ajudando locais afastados e com poucos recursos em saúde.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a Baixada Fluminense registra troca de insumos e materiais entre as localidades. O presidente executivo da Rede Nacional de Consórcios Públicos, Victor Borges, avalia que a cooperação é a única saída.

Victor Borges acrescenta que o governo federal precisa ajudar mais a rede de trocas de insumos no combate ao coronavírus.

A secretária executiva do consórcio de saúde da Baixada Fluminense, Rosângela Belo, aponta que o grupo ajuda até na busca por leitos. Ela reitera que a Baixada Fluminense é uma área que sofre de falta de leitos e precisa de cooperação.

Já a diretora Executiva do Consorcio Intermunicipal de Saúde de Santa Catarina, Ana Jansen, lembra que o processo de regionalização do SUS prevê a cooperação entre as cidades.

Os consórcios públicos intermunicipais trabalham em auxílio ao SUS, são regulados por leis, e ajudam estados e municípios.

*Com informações do repórter Afonso Marangoni

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